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28 outubro 2024

 A Formiga e a Fiel Pomba

Em um dia quente de verão, uma formiga estava com muita sede e foi até o rio para beber um pouco de água. No entanto, ela escorregou e caiu na forte correnteza. A formiga tentou nadar, mas logo ficou aflita e fraca, quase sem forças para se salvar. Uma pomba, que estava em um galho de uma figueira próxima, viu a situação e decidiu ajudar.

Com muito cuidado, a pomba pegou uma folha e jogou-a na água, perto da formiga. Ela conseguiu subir na folha flutuante e, assim, foi salva pela pomba.

Alguns dias depois, um feroz caçador, armado com uma faca e uma funda, aproximou-se da figueira onde a pomba morava, com a intenção de capturá-la. A formiga, ao perceber o perigo, lembrou-se da ajuda que recebeu e correu para morder o pé do caçador. Com a dor, o homem gritou e deixou suas ferramentas caírem, dando tempo para que a pomba fugisse, voando para longe, feliz e em segurança.

Moral da história: Fazer o bem traz felicidade; quem ajuda os outros sempre encontrará alguém disposto a ajudar também.





23 outubro 2024

O Dromedário e a Dona Coruja







Em um deserto, havia um dromedário que se olhava no espelho e se achava feio, considerando sua corcova igualmente feia e suas pernas muito desengonçadas. Diariamente, o dromedário contemplava outros animais e lamentava:


— Oh, por que sou **diferente**? Por que tenho essa corcova?


Ele não aguentava mais aquela feiura e queria fazer uma cirurgia com Dona Coruja. No dia da consulta, questionou Dona Coruja:


— Dona Coruja, por que sou assim? Tenho essa corcova que me deixa pesado, e minhas pernas são tão **desproporcionais**.


A coruja, com seus olhos **diligentes**, respondeu:


— Dromedário, você é diferente porque precisa ser forte no deserto. A sua corcova é muito importante, pois nela você guarda água e energia. E suas pernas compridas ajudam você a andar no calor sem cansar. **Não precisa fazer cirurgia, você é perfeito.**


O dromedário pensou por um momento, mas ainda estava em dúvida. Dona Coruja, então, propôs um desafio:


— Vamos caminhar pelo deserto. Eu vou te mostrar como sua corcova e suas pernas são **determinantes** para sua vida aqui.


O dromedário, caminhando sob o sol, encontrou uma lebre e um antílope que apostavam corridas. Ele quis participar, mas eles riram e zombaram dele, dizendo que, com sua corcova e pernas desajeitadas, não teria chance de competir.


— Nós vamos chegar ao final do deserto muito antes de você, dromedário!


A lebre e o antílope correram depressa, mas, com o tempo, eles começaram a ficar cansados e **desidratados**. Enquanto isso, o dromedário continuava caminhando devagar, mas sem parar.


Depois de muitas horas, o dromedário alcançou a lebre e o antílope, que estavam deitados e sem forças para continuar. A **Dona Coruja**, pousada em uma árvore, disse:


— Viu, dromedário? Sua **corcova** e suas pernas longas permitem que você continue sua jornada no deserto sem ficar cansado. Você pode carregar água e comida por dias sem parar.


O dromedário finalmente entendeu que ser diferente era sua maior **dádiva**. Ele sorriu e disse:


— Agora sei que sou especial do jeito que sou. Minha **corcova** e minhas pernas me fazem perfeito para o deserto.


A **Dona Coruja** respondeu:


— Cada um de nós tem algo que nos torna únicos. Nunca duvide da importância de ser quem você é.

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  • 23 outubro 2023

    CADÊ MINHA VASSOURA?

    Cadê minha vassoura?



    Tudo começou quando fui convidada para uma festa muito especial. Eu estava super animada e pronta para me divertir, mas quando fui pegar minha vassoura para poder voar, ela simplesmente desapareceu! Fiquei desesperada, sem saber o que fazer.

    Procurei por todos os cantos e nada de achar. Foi aí que decidi pedir ajuda para minha prima e meu primo, que são vampiros. Eles são especialistas em resolver mistérios sobrenaturais e eu sabia que podia contar com eles. Juntos, formamos um trio imbatível!

    Começamos nossa investigação para descobrir o que aconteceu. Depois de analisar cuidadosamente o local, encontramos algumas pistas que nos levaram a crer que o fantasma não agiu sozinho. Decidimos, então, entrevistar os moradores da região para tentar desvendar o mistério.

    Continuamos investigando e descobrimos que um morcego andava conversando muito com o fantasma e que ele havia sido visto perambulando perto da minha casa na noite em que a vassoura sumiu. Concluímos que eles poderiam estar envolvidos no roubo, mas precisávamos de mais evidências para confirmar nossa suspeita.

    Foi aí que nos lembramos de uma câmera de segurança instalada próxima ao local do crime. Analisamos as imagens e finalmente encontramos a prova que precisávamos. O fantasma e o morcego foram flagrados pegando a vassoura e correndo para longe da cena do crime.

    Com as evidências em mãos, fomos atrás dos suspeitos para resolver o caso pacificamente. O morcego explicou que o fantasma pagou algumas moedas para que ela sumisse com a vassoura. O motivo? Ele não tinha sido convidado para a festa e não queria que eu fosse. Confortando o fantasma, ele explicou que não queria ficar em casa sozinho, por isso sumiu com a vassoura para que eu não fosse também, mas o curioso é que ele foi convidado, só não recebeu o convite que vinha voando e se atrasou. Mas agora havia um novo problema: o fantasma gostou da vassoura, como ele não voava muito bem, acabou usando a vassoura como meio de transporte e passava várias noites usando a vassoura para se divertir.

    Sem alternativa, a bruxa criou uma poção mágica para obrigar o fantasma a devolver o que lhe pertencia.Ela entrega a poção e faz sua exigência, e o fantasma devolve o que roubou. A bruxa fica satisfeita por ter resolvido o problema de maneira justa e pacífica.

    Depois de todo o ocorrido, todos foram para festa dançar. O fantasma se arrependeu de sua atitude horripilante e prometeu que, quando tiver um problema, irá conversar com alguém e não agir dessa maneira.

    20 março 2023

     


    Há muito tempo, o sol e a água eram grandes amigos e viviam juntos na Terra. Sempre que podia   o sol visitava a água, mas ela jamais retribuía a gentileza.A água nunca ia visitar o sol. Por fim, o sol quis saber qual o motivo do seu desinteresse e a água respondeu que a casa do sol não era grande o bastante para que nela coubessem todos com que vivia com ela  e, se aparecesse por lá, acabaria por despejá-lo de sua própria casa.

    — Caso você queira que eu realmente o visite, terá que construir uma casa bem maior do que a que tem no momento, mas desde já fique avisado de que terá que ser algo realmente muito grande, pois o meu povo é bem numeroso e ocupa bastante espaço.

    O sol garantiu-lhe que poderia visitá-lo sem susto, pois trataria de tomar todas as providências necessárias para tornar o encontro agradável para ela e para todos que o acompanhassem. Chegando em casa, o sol contou à lua, sua esposa, tudo o que a água lhe pediu e ambos se dedicaram com muito esforço à construção de uma casa enorme que comportasse sua visita.

    Quando tudo estava pronto, convidaram a água para visitá-los.

    Chegando, a água ainda foi amável e perguntou:

    — Vocês têm certeza de que realmente podemos entrar?
    — Claro, amiga água— respondeu o sol.

    A água foi entrando, entrando e entrando, acompanhada de todos os peixes e mais uma quantidade absurda e indescritivelmente grande de criaturas aquáticas. Em pouco tempo a água já se encontrava nos joelhos.

    — Vocês estão certos de que todos podem entrar? — insistiu preocupada.
    — Por favor, amiga água — insistiu a lua.

    Diante da insistência de seus anfitriões, a água continuou entrado com sua gente para dentro da casa do sol. A preocupação voltou quando ela atingiu a altura de um homem.

    — Ainda posso entrar? — insistiu — Olha que está ficando cheio demais...
    — Vai entrando, minha amiga, vai entrando — o sol realmente estava muito feliz com a sua visita.

    A água continuou entrando e jorrando em todas as direções e, quando se deram conta, o sol e a lua viram-se forçados a subir para o alto do telhado.

    — Acho que vou parar... —disse a água, receosa.
    — O que é isso, minha água? — espantou-se o sol, mais do que educado, sem esconder uma certa preocupação.

    A água continuou jorrando, empurrando seu povo para dentro, ocupando todos os cômodos da ampla casa, inundando tudo e, por fim, fazendo com que o sol e a lua, sem ter mais pra onde ir ou se refugiar, subissem para o céu, onde estão até hoje.

    17 março 2023

    A ÁGUIA E O SEU CAÇADOR



     A ÁGUIA E O SEU Caçador

    Uma águia morava sozinha nas montanhas,e amava voar assim que amanhecia,era sua rotina.
    Havia um caçador que estava de olho na águia á alguns dias e decidiu capturá-la,  atirou na águia com uma flecha e a probrezinha caiu no chão,o caçador pegou o animal e levou para sua casa e pretendia venda-la depois de alguns dias presa ele resolveu cortar as asas, soltou-o entre as aves no seu galinheiro, onde se encurralou num canto, parecendo muito abatido e triste

    Depois de um tempo, o caçador ficou contente por vendê-lo a um vizinho, que o levou para casa e cuidou da águia   deixou as suas asas crescerem novamente. 
    Assim que ele recuperou o uso delas, ela ficou tão agradecida que queria de alguma forma agradecer ao seu novo dono, saiu a voar e pegou uma lebre, que ele trouxe para casa e apresentou ao seu benfeitor que ficou feliz com o presente 

    Uma raposa observou isto, disse à águia:

    — Entendo que você esta grato por morar aqui e achar um cuidador tão bom, mas não desperdice seus presentes com ele!, pois ele já gosta de você mesmo que não desse nada.
     Vai e entrega-os ao homem que primeiro te capturou, faz dele teu amigo, para que depois, talvez, ele não te capture e corte as suas asas novamente."

    Moral da história: Tente fazer do teu inimigo, seu amigo.
    Mantenha seus amigos por perto e seus inimigos mais perto ainda

    A ÁGUIA E O BESOURO



     A ÁGUIA E O BESOURO

    O Besouro  morava em uma casa próximo a uma árvore,ele tinha um amigo coelho que sempre ia visitá-lo quando estava sol.

    Amanheceu um dia bonito e ensolarado, estava o coelho indo para casa do besouro quando de longe viu a águia que estava voando no céu, o coelho começou a ficar com medo e saiu correndo em direção ao seu destino  

    A águia, vendo o coelho fugir, começou a perseguir o pobre animalzinho, que estava correndo para salvar sua vida. O coelho correu muito e  finalmente chegou a casa do besouro que vendo aquela cena  correu para ajudar. Então, quando a águia abaixou, o besouro avisou:


    - "Não toque no coelho, ela está sob a minha proteção e é meu amigo


    Mas a águia deu gargalhada de deboche,e respondeu -Quem é você para me das ordens, olhe seu tamanho, você é pequeno e não pode fazer nada contra mim,na mesma hora, agarrou o coelho e o devorou.



    O besouro ficou com muita raiva disso,e resolveu que aquilo não ficaria assim,e que ele daria uma lição na águia, para que ela o respeitasse, então o besouro teve uma ideia,ele  sempre ficava de olho no ninho da águia, para que quando a águia colocasse um ovo, ela subiria e empurraria  ovo para fora do ninho para quebrá-lo.



    A águia ficou tão preocupada, pois percebeu que o besouro estava bolando algum plano contra ela , então ela foi até o protetor da águia e , implorou-lhe que lhe desse um lugar seguro para fazer o ninho, assim, ele a deixou pôr seus ovos em seu colo.


    Mas o besouro notou isso ,e fez uma bola de sujeira do tamanho de um ovo de águia, voou e depositou-a no colo do protetor . Quando o protetor viu a sujeira estranhou, levantou-se para limpar e se esqueceu  dos ovos,  que caíram no chão se partindo ao meio.

    Finalmente a águia entendeu  o recado  Desde então, dizem que as águias nunca põem seus ovos na estação em que os besouros estão por perto.


    Moral da história: Os fracos às vezes encontram maneiras de vingar um insulto, mesmo sobre os fortes, pois os fortes pensam que nada irar acontecer com eles.



    08 março 2023



     As estações (autor desconhecido)

    Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos
    aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.

    O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.

    Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.

    O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.

    O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.

    O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.

    O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…

    O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…

    Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.

    Se você desistir quando for inverno, você perderá a promessa da primavera, a beleza do verão, a expectativa do outono.

    Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

    07 março 2023



     A CADELA E A PORCA

    Uma cadela e uma porca eram vizinhas e estavam prestes a terem lindos filhotinhos, os dias iam se passando e finalmente chegou o grande dia, os filhotinhos chegaram com saúde e alegraram a vizinhança inteira, os filhotes da porquinha eram fofos, educados, o da cadela eram alegres e inteligentes.

    As novas mamães estavam orgulhosas de seus lindos filhotinhos, e em uma conversa no meio da tarde começou uma discussão para saber qual era os filhotes mais lindo, o da cadela ou da porquinha, foi feita votação e não se chegou a nenhuma conclusão, pois deu empate.

      A vaca que era uma ótima mamãe chegou e disse que aquela discussão era sem sentindo que todos os filhotes tem suas diferenças e não havia necessidade daquela conversa.

     A cadela para acabar com aquela confusão aceitou o empate- Nossos filhotes são lindos, porquinha, acabou o assunto, mas dona porca achou aquilo uma ironia, e esbravejou 

    - "De qualquer maneira, os meus podem enxergar quando nascem, mas os teus nascem cegos."



    Moral da história: Alguns prefere insultar ao invés de mostrar valor, em vez da porca ficar feliz porque todos os animais haviam dito que seus filhotes também eram bonitos, preferiu insultar a cadela.

    ABELHA E JÚPITER


       

     Houve um dia em que a rainha das abelhas estava grata por tudo que recebeu do Deus  Júpiter, por tudo quanto ele havia lhes dado, principalmente os campos, as flores e o néctar em abundância. E decidiu presenteá-lo com o que de melhor elas possuíam para oferecer, que era o mel produzido por cada uma graças à fartura da matéria-prima que cada abelha recebia. Então ela procurou as melhores colmeias, recolheu a quantidade de mel que julgou ser suficiente e voou com ele para o Monte Olimpo, onde morava Júpiter

           Ele ficou tão satisfeito com o presente recebido que desejou retribuí-lo, e para isso prometeu dar à abelha qualquer coisa que ela desejasse. Ao ouvir tal oferecimento, a rainha não se conteve e pediu:

             -- Oh, Júpiter, dê-nos um ferrão com o qual possamos nos defender. Mas que seja tão forte e resistente que com ele consigamos ferir e matar aqueles que se aproximarem de nossa casa com intenção de nos roubar o mel.

             O deus maior não gostou do espírito vingativo facilmente perceptível no pedido feito pela abelha, mas como não podia voltar na palavra empenhada, ele declarou:

    -Oh abelha, eu fico feliz com seu presente, mas muito triste com seu pedido 

             -- Vou TE dar o ferrão que me está sendo pedido, mas com a condição de que se vocês o usarem para atacar qualquer coisa viva, a picada poderá ser mortal.

             Ao ouvir essas palavras, A abelha bateu palmas de FELICIDADE, e agradeceu, Júpiter completou sua fala: 

            -- Mas devo avisá-la de que a picada será mortal também para vocês, porque como o ferrão se quebrará no momento em que for usado, a abelha que tiver feito isso morrerá logo em seguida.

            Moral da história: Quem pratica o mal, recebe o mal como recompensa.

    Quem faz o mal, receberá o mal.

    A vida se encarrega de devolver tudo que você faz. Se faz o bem, recebe o bem; se faz o mal, recebe o mal.

    06 março 2023




     A COBRA E JÚPITER

    Uma cobra que morava na floresta estava insatisfeita com a vida que levava, sofria muito por ser constantemente pisada por homens e animais, era pisada dia  e noite, na cabeça, no corpo, e na cauda, ela estava zangada por à sua incapacidade de subir acima da superfície do solo, então ele foi e reclamou para Júpiter sobre os riscos aos quais estava exposto.

    Entao viajou longos períodos até chegar à casa do mandachuva.

    Depois de muito caminha, tomou muita chuva e muito sol na cabeça, chegou lá mais furiosa ainda por ter de caminha para um lugar tão  longe, quando chegou foi logo reclamando

    — Não aguento mais isso, é um desrespeito, sou constantemente pisada e amarrotada, não acredito que ninguém esteja me vendo, eles fazem isso de proposito, certeza.

    — Estou com os meus dentes quebrado, e minhas costas doloridas e quando vou reclamar ninguém me diz nada

    Júpiter tinha deixou que a cobra reclamasse e falasse o dia todo do que era preciso ser feito para seu bem, estar, ele ficava olhando a cobra sem dizer uma palavra, até que ela esbravejou, você eta ouvindo eu falar? Você acha certo o que esta acontecendo comigo?

    Júpiter sabia que a cobra era uma reclamona, mas, no fundo, ela estava certa

    Júpiter era muito sábio, e por mais que não que simpatizava com a cobra resolveu dar sua opinião



    - "Ouso dizer, que se você tivesse mordido o primeiro que a atormentou, os outros teriam tido mais cuidado em olhar onde colocam seus pés."


    Moral da história: Acabe com o mal logo no início,

    Rei Midas e o Toque de Ouro


     Era uma vez, um rei chamado Midas. O rei Midas amava três coisas mais do que tudo no mundo: sua filha, seu jardim de rosas e o ouro. Sua maior alegra era ver a filha colhendo rosas no jardim, que depois colocava em um vaso de ouro para decorar o castelo.

    Uma noite, enquanto caminhava pelas rosas, o rei tropeçou em um sátiro, uma figura que era metade homem e metade cabra, que parecia faminto e doente. O rei Midas trouxe o sátiro para seu castelo e ordenou que cuidassem dele. Quando o sátiro acordou na manhã seguinte, contou que era protegido pelo deus Dioniso e, para agradecer, poderia realizar qualquer desejo seu.

    O rei não desejava nada para sua filha porque havia lhe dado tudo que ela queria e muito mais. Também não desejava nada para o seu jardim de rosas porque todos sabiam que ele cultivava as melhores rosas do mundo. Sobrou o ouro. Então o rei Midas desejou que tudo o que ele tocasse se transformasse em ouro. Ele não tinha muita esperança de que seu desejo fosse sido atendido, mas ficou feliz por ter ajudado o sátiro.

    No entanto, quando voltou ao seu castelo, ele puxou uma cadeira para se sentar à mesa. No minuto em que ele a tocou, a cadeira ficou dourada. Ele tocou a mesa. Ele tocou um vaso. Assim que ele os tocou, eles se transformaram em ouro. O rei Midas correu pelo seu castelo. Tudo que ele tocava virava ouro! Ele estava tão feliz que gritou para os seus servos prepararem um banquete!

    Eles cozinharam e cozinharam e lhe serviram o banquete. Foi aí que o problema começou. Ele estendeu a mão e pegou um punhado de comida que se transformou em ouro. Tentou se inclinar e rasgar um pedaço de carne com os dentes, mas não adiantou. A carne se transformou em ouro em sua boca. Os olhos do rei se encheram de medo. Ele sabia que se não pudesse comer, morreria de fome.

    Rei Midas vagou tristemente para seu jardim de rosas. Sua filhinha estava colhendo flores e correu para os braços dele, se transformando em ouro também. O rei Midas baixou a cabeça e chorou. Quando suas lágrimas caíram sobre as rosas preciosas, elas se transformaram em ouro, mas o rei não se importou.

    Ele não se importava mais com as rosas, o ouro ou consigo mesmo. Foi aí que implorou: "Dioniso, ouça minha oração! Retire meu desejo! Por favor, retire meu desejo e salve minha filha!". Pela última vez, o desejo do rei Midas foi atendido e tudo voltou ao normal.


     

    A bailarina

    Cecilia Meireles

    Esta menina tão pequenina quer ser bailarina.

    Não conhece nem dó nem ré mas sabe ficar na ponta do pé.

    Não conhece nem mi nem fá

    mas inclina o corpo para cá e para lá.

    Não conhece nem lá nem si mas fecha os olhos e sorri.

    Roda, roda, roda com os bracinhos no ar

    e não fica tonta nem sai do lugar.

    Põe no cabelo uma estrela e um véu e diz que caiu do céu.

    Esta menina tão pequenina quer ser bailarina.

    Mas depois esquece todas as danças, e também quer dormir como as outras crianças.

    Retirado do livro Ou isto ou aquilo, de Cecilia Meireles, Civilização Brasileira.



     Uma águia estava muito solitária e resolveu sair para encontrar amigos, no meio do passeio encontrou  uma raposa começaram a conversar, elas se tornaram grandes amigas, depois de algum tempo a águia e a raposa decidiram a viver uma perto da outra. Assim, a águia construiu um ninho no topo de uma árvore, enquanto a raposa se estabeleceu em uma mata ao pé dela e produziu uma ninhada com lindas raposas.


    Um dia a raposa saiu em busca de alimento, para dar aos seus filhotes, a águia também queria se alimentar, voou para a mata e procurou em todo canto, mas não conseguiu achar nada, quando estava voltando teve uma ideia, foi até o ninho e pegou os filhotes da raposa e as levou para a árvore para uma refeição para ela e sua família.


    Quando a raposa voltou, e não achou seus filhotes começou a procurar por todo canto, depois de muito procurar descobriu o que havia acontecido, a raposa ficou triste pela perda de seus filhotes, e muito decepcionada, pois achava que a águia era sua amiga, a raiva tomou conta dos seus sentimentos, e ficou ainda mais furiosa porque não conseguia chegar até a águia e fazê-la ela pagar por sua traição.


    Então, olhou de longe e amaldiçoou. Porém, não demorou muito para ela ter sua vingança.

     Alguns aldeões estavam assando carne em um altar vizinho e a águia voou e pegou um pedaço para si e levou até seu ninho, a carne esta muito quente e ainda em brasas, de repente soprou um vento forte e a brasa da carne se acendeu,o ninho começou a pegar fogo, como resultado os  filhotes da águia caíram meio no chão. Então a Raposa correu para o local e os devorou na vista da águia.

    A águia não pode fazer nada e ficou observado do alto com profunda tristeza


    Moral da história: quem com ferro fere, com ferro sera ferido

    Essa historia nos faz refletir no retorno daquilo que é feito, anunciando assim a necessidade se pensar sobre aquilo que se faz, devendo se perguntar antes se gostaríamos de estar no lugar da outra pessoa, pois pode ser que estejamos nele depois.

    Ou seja, quando você machuca alguém, seja fisicamente ou no sentido figurado, você também poderá ser machucado depois, mesmo que demore ou que isso seja feito por uma outra pessoa. Acreditar nisso desenvolve empatia, ainda que seja por meio do medo em primeiro momento.



    09 fevereiro 2023


     

    Era uma vez uma pata que MORAVA NA FAZENDA. Ela botou3 ovos e esperou ansiosamente pelo dia que os ovos chocassem para finalmente conhecer os seus lindos patinhos.

    Quando o grande dia chegou, os ovos da mamãe pata começaram a chocar um por um. A mamãe pata deu as Boas-vindas aos seus novos patinhos com muita alegria. Mas o último ovo estava demorando mais para chocar e a mamãe começou a ficar preocupada.

    Finalmente, a casca do último ovo se abriu e, para surpresa da mamãe pata, de lá saiu um patinho diferente de todos os seus outros filhos.

    - Este patinho feio não pode ser meu! Exclamou a mamãe pata.
    - Alguém deve estar fazendo uma brincadeira com a senhora - disse a pata vizinha.

    As semanas foram passando e à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se MUITO mais diferente dos seus irmãos.

    O patinho feio decidiu ir embora daquele local, pois já estava muito triste e Cansado de ser alvo de comentários maldosos feitos pelos seus irmãos e por todos os outros animais da fazenda, 

    Mesmo longe da fazenda, o patinho não tinha paz, pois os seus irmãos perseguiam ele por todo o lago gritando:

    - Pato feio, Pato feio

    E, para onde quer que ele fosse, todos os animais que encontrava mexiam com ele.

    - O que vou fazer? Para onde vou? - exclamou o patinho feio que estava muito triste.

    Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e com muita fome, encontrou uma casa e pensou:

    - Talvez aqui eu encontre alguém que goste de mim! E assim foi.

    O patinho passou o inverno em uma casa quentinha e na companhia de outros animais que gostavam dele. Tudo corria bem quando um  gato malvado, expulsou o patinho para fora. 

    - Mais uma vez estou sozinho e infeliz - Suspirou o patinho feio.

    O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar em um grande lago, e preferiu ficar morando ali  junto ao matagal, ficou  ali  durante vários dias.

    Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianças.

    - Olha! Um recém-chegado! Gritou uma das crianças. Todas as outras crianças davam gritos de alegria.

    - E é tão bonito! Dizia outra.

    - Bonito?... De quem estão falando? - Pensou o patinho feio.

    De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na água, se deparou com um grande e elegante cisne.

    - Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianças e outros cisnes admiravam a sua beleza e o cumprimentava alegremente.

    Afinal, ele não era um patinho feio, mas um belo e jovem cisne!

    A partir daquele dia, o patinho feio não se sentiu mais triste, pois sabia que era um elegante cisne na realidade.



    31 janeiro 2023

    HISTÓRIA COM A LETRA A


     

    Na vila Aurora mora uma abelha, assim que ela nasceu sua mãe de lhe deu o nome de amarela, logo todos os seus amigos começaram a te chamar de amarelinha.

    Amarelinha precisava fazer uma viajar para o Amapá, mas ela estava com muito medo de pegar o avião azul.

    Foi criando coragem até que sua mãe lhe deu um anel da sorte, assim que colocou o anel no dedo seu medo desapareceu.

    Amarelinha finalmente chegou em seu destino em segurança.

    Sua melhor amiga, a aranha  Ananda, recebeu amarelinha com um abraço apertado

    Ananda  foi dirigindo até que chegasses em casa, sua prima avestruz logo correu para cumprimentá-la que alegria ter você por aqui disse a Avestruz para amarelinha

    Depois de um dia tao cansativo elas foram tomar vitamina de abacate embaixo da árvore  no quintal.


    26 janeiro 2023






     O CURUPIRA

    O DEFENSOR DAS MATAS!

    O sinal do Curupira é conhecido por todos os habitantes da floresta: batidas secas em troncos escondidos, no interior da mata. É o Curupira se certificando de que as árvores resistirão à tempestade que se aproxima

    O Curupira é um ser selvagem que protege as florestas e seus animais.

    Se um caçador mata algum animal, ele fica furioso. Se forem pequenos ou fêmeas, o castigo é dobrado. Se estiverem grávidas então nem se fala.

    O Curupira é um ser pequeno rapaz com cabelos de fogo e pés virados para trás. Ele engana a todos caminhando na floresta com o calcanhar voltado para frente, deixando pegadas ao contrário.

    Mas o Curupira tem vários métodos de castigar os que maltratam a floresta e os animais. Às vezes ele se transforma para atrair o caçador para ir cada vez mais fundo na floresta, até que ele se perca e não encontre o caminho de volta.

    Mas o Curupira não é injusto. Quando percebe que o caçador está caçando para se alimentar, ele até o ajuda.

    23 janeiro 2023



     ERA UMA VEZ um rei que vivia num reino distante, com a sua filha pequena, que se chamava Branca de Neve. Sua esposa tinha falecido, depois de muitos anos ele resolveu se casar, achando que também seria bom para a sua filha ter uma nova mãe. A nova rainha era uma mulher muito bonita mas também muito malvada, e não gostava de Branca de Neve que, quanto mais crescia, mais bela se tornava.

    A rainha malvada tinha um espelho mágico, ao qual perguntava, todos os dias:

    - Espelho meu, espelho meu, haverá mulher mais bela do que eu?

    E o espelho respondia:

    - Não, minha rainha, és tu a mulher mais bela!

    Mas uma manhã, a rainha voltou a perguntar o mesmo ao espelho, e este respondeu:

    - Tu és muito bonita minha rainha, mas Branca de Neve é agora a mais bela!

    A rainha ficou com inveja e ordenou a um dos seus servos que levasse Branca de Neve até à floresta e a matasse, trazendo-lhe de volta o seu coração, como prova.

    Mas o servo teve pena da Branca de Neve e disse-lhe para fugir em direção à floresta e nunca mais voltar ao reino.

    Já na floresta, Branca de Neve conheceu alguns animais, os quais se tornaram seus amigos. Também encontrou uma pequenina casa e bateu a sua porta. Como ninguém respondeu e a porta não estava fechada à chave, entrou. Era uma casa muito pequena, que tinha sete caminhas, todas muito pequeninas, assim como as cadeiras, a mesa e tudo o mais que se encontrava na casa. Também estava muito suja e desarrumada, e Branca de Neve decidiu arrumá-la. No fim, como estava muito cansada, deitou-se nas pequenas camas, que colocou todas juntas, e adormeceu.

    A casa era dos sete anões que viviam na floresta e, durante o dia, trabalhavam numa mina.

    Ao anoitecer, os sete anões regressavam à sua casinha, quando encontraram  Branca de Neve, adormecida nas suas caminhas. Com o barulho que os anões fizeram, Branca de Neve acordou, espantada e rapidamente se apresentou:

    - Eu sou a Branca de Neve.

    E os sete anões, todos contentes, também se apresentaram:

    - Eu sou o Feliz!

    - Eu sou o Atchim e este é o Miudinho.

    - Eu sou o Sabichão, e estes são o Dorminhoco e o Envergonhado.

    - E eu sou o Rezingão!

    - Prazer em conhecê-los. Respondeu Branca de Neve, e logo contou a sua triste história. Os anões convidaram Branca de Neve a viver com eles e ela aceitou, prometendo-lhes que tomaria conta da casa deles.

    Mas a rainha má, através do seu espelho mágico, descobriu que Branca de Neve estava viva e que vivia na floresta com os anões.

    Então, furiosa, vestiu-se de senhora muito velha e feia e foi encontrar com Branca de Neve. Com ela levou um cesto de maças, no qual tinha colocado uma maça vermelha que estava envenenada!

    Quando viu Branca de Neve, A VELHA DISSE:Tome uma maça minha querida, você precisa se alimentar

     Branca de Neve aceitou e comeu a maça  caiu, como se estivesse morta. A malvada rainha fugiu e, avisados pelos animais do bosque, os sete anões regressam apressadamente a casa, encontrando Branca de Neve caída no chão.

    Muito chorosos, os anões colocam Branca de Neve numa caixa de vidro, rodeada por flores.

    Estavam todos em volta de Branca de Neve, quando surgiu, no meio do bosque, um príncipe no seu cavalo branco. Ao ver Branca de Neve, o príncipe de imediato se apaixonou por ela e, num impulso, beijo-a. Branca de Neve acordou:

    Os anões saltaram de alegria e Branca de Neve ficou maravilhada com o príncipe!

    O príncipe levou Branca de Neve para o seu castelo, onde casaram e viveram felizes.

    18 janeiro 2023






    REUNIÃO DOS RATOS

     EM UMA FAZENDA, UM GATO, ÓTIMO CAÇADOR DE RATOS, ANDAVA FAZENDO UM GRANDE ESTRAGO ENTRE A RATARIA. CAÇAVA TANTOS RATOS QUE OS SOBREVIVENTES ESTAVAM QUASE MORRENDO DE FOME, POIS TINHAM MUITO MEDO DE SAIR DE SUAS TOCAS PARA PROCURAR COMIDA

    COMO O PROBLEMA ESTAVA MUITO GRANDE, OS RATOS RESOLVERAM MARCAR UMA REUNIÃO  PARA TENTAR ENCONTRAR UMA SAÍDA.

    ESPERARAM UMA NOITE EM QUE 0 GATO SAIU PARA PASSEAR E  REUNIRAM-SE NO CELEIRO. TODOS ESTAVAM NERVOSOS, MAS UM RATO TEVE UMA IDÉIA E FALOU:

    - A MELHOR MANEIRA DE NOS DEFENDERMOS É PENDURARMOS UM SINO NO PESCOÇO DO GATO. ASSIM, QUANDO ELE SE APROXIMAR, ESCUTAREMOS O SINO E TEREMOS TEMPO PARA FUGIR.

    FOI UMA GRANDE FESTA. TODOS ADORARAM A IDÉIA E APROVARAM COM APLAUSOS. MAS UM RATO MAIS VELHO,QUE ESTAVA EM ESCUTANDO, PEDIU A PALAVRA E DISSE: - A IDÉIA É MUITO ÓTIMA... É BOA, SIM, MAS... QUEM É QUE VAI PENDURAR O SINO NO PESCOÇO DO GATO? SILÊNCIO GERAL. UM A UM, OS RATOS FORAM SE RETIRANDO, E ACABOU-SE A  REUNIÃO GERAL DOS RATOS.

    MORAL DA HISTÓRIA: FALAR É FÁCIL, FAZER É DIFÍCIL!

    ESOPO, ADAPTAÇÃO DE MONTEIRO LOBATO

    15 janeiro 2023




     

    No reino da Paciência

    Seu rei resolveu se casar. Mas, o pobrezinho não sabia O que fazer para encontrar. Uma rainha honesta e paciente. Só assim ele iria se casar.

    Resolveu pedir conselhos aos sábios do castelo, ele então foi aconselhado a distribuir, para todas as moças do reino, muitas sementes e um vaso de barro. Assim elas poderiam pacientemente. Esperar uma bela plantinha brotar e no ano seguinte levar as flores ao palácio

    Todas as moças se encantaram, passaram o ano todo cuidando das sementes. Porém, Anita, cuidou muito bem de sua planta, mas ficou trite, pois sua planta mesmo com todo cuidado não germinaram.

     Preocupada, ela sabia que assim o rei não a escolheria, já que sua planta não brotou.

    No dia de entregar o vaso cheio de flores. Cada moça levou consigo seu vaso de plantas, uma mais bela que a outra. Lá estava Anita tristonha. Suas sementes não germinaram. O rei, com certeza, não a escolheria.

    Para surpresa da PACIENTE e honesta Anita, O rei havia blefado e as sementes foram cozidas." Aquelas belas flores eram frutos da mentira. As moças impacientes e desonestas, tentaram enganar o rei plantando novas sementes no vaso.

    Anita, verdadeira e honesta, não trouxe nada, tornou-se ela, então, a grande rainha do Reino, pois ela foi honesta e paciente.

    08 janeiro 2023

    CHapeuzinho





     Chapeuzinho vermelho era uma menina que morava em uma  casa com a sua mãe. Quando era bem pequena ganhou cum capuz vermelho, por isso foi apelidada de chapeuzinho vermelho.

    Um belo dia, sua mãe pediu para que Chapeuzinho Vermelho fosse levar uma cesta de doces para sua avó que estava doente 

    – Chapeuzinho, por favor, leve esta cesta com remédios e frutas  para sua avó, mas evite o caminho da floresta, pois é muito perigoso. Escolha o caminho do bosque e não fale com estranhos.

    Chapeuzinho amava sua avó e saiu muito rapidamente de casa, cantando de alegria. Ela queria fazer uma surpresa para sua avó e começou a colher as flores que encontrava no caminho.

    A menina estava distraída com as flores, quando deu de cara com o lobo . Chapeuzinho não sabia que aquele era o lobo malvado, por isso não se assustou e nem sentiu medo.

    – Bom dia, Chapeuzinho Vermelho.

    – Bom dia.

    – Onde você está indo assim tão cedinho?

    – Vou visitar minha vovozinha, que está muito doente.

    O lobo esperto disse a ela:

    – Por que você não vai pela floresta? A floresta é o caminho mais rápido para a casa da sua avó.

    Ela ficou em dúvida, porque não gostava de desobedecer sua mãe, mas resolveu seguir o conselho do lobo. Enquanto chapeuzinho seguia pelo caminho da floresta, o lobo rapidamente seguiu pelo caminho bosque, cantando e correndo. O lobo chegou na casa da vovozinha e bateu na porta:

    – Entre minha querida, a porta está aberta.

    O lobo, que era muito rápido, foi entrando e de uma só vez engoliu a vovozinha. Depois vestiu as roupas dela e ficou a espera de Chapeuzinho Vermelho. Chegando na casa da vovó, a menina encontrou o lobo estranhou e  perguntou:

    – Vovó! Porque suas orelhas estão tão grandes?

    – É para te ouvir melhor.

    – Vovó! Para que esses olhos tão grandes?

    – É para te ver melhor.

    – Credo, vovó, porque a senhora está com essa boca tão grande?

    – É para te comer!menina curiosa — respondeu o lobo.

    Dizendo isso, o lobo começou a correr atrás de Chapeuzinho. Depois de algum tempo, ele tropeçou e caiu no chão. Enquanto isso, a menina se escondeu dentro de um armário. O lobo resolveu dar uma cochilada e começou a roncar. Um caçador que passava escutou:

    – Que ronco esquisito é este?

    Ele entrou e encontrou o lobo mal:

    – Ah! É você que está aí seu malvado!

    Escutando isso, chapeuzinho apareceu e contou toda a história para o caçador. Aproveitando que o lobo estava dormindo, cortaram a sua a barriga e tiraram a vovozinha de dentro. As duas se abraçaram muito felizes.

    – E agora o que faremos com esse malvado?

    Os três resolveram encher a barriga do lobo de pedras. Quando o lobo acordou, tentou fugir, mas ele caiu e nunca mais levantou.

    Todos ficaram aliviados e felizes. O caçador foi embora e as duas foram se sentar na varanda e saborear os doces. Chapeuzinho prometeu nunca mais desobedecer a sua mãezinha.